23/04/2018

VÍDEOCLIP | "Twerp" - Whales


Os Whales, que acabaram de lançar o seu disco de estreia, revelam que a criação deste "Twerp" foi definitivamente, um momento de viragem que viria a definir a sua sonoridade. Por andarem em digressão internacional nas últimas semanas nem conseguiram sequer estar envolvidos na produção do video, assegurado por inteiro pela Casota Collective, que cria um ambiente sombrio e metafórico sobre os instintos de desejo e sobrevivência.


RAQUEL RALHA & PEDRO RENATO LEVAM THE DEVIL'S CHOICE AO FESTIVAL POR ESTAS BANDAS


A 7ª edição do Festival Por Estas Bandas chega a Cem Soldos este fim de semana e propõe um duelo entre duas das regiões mais criativas do país. Ao residente habitual – Médio Tejo – junta-se este ano Coimbra, pólo criativo de excelência que tem enriquecido o panorama musical nacional desde há muito.

Neste contexto, na equipa da cidade do Mondego alinham dois pesos pesados do seu universo musical: Raquel Ralha & Pedro Renato. Depois das aventuras em conjunto nos Belle Chase Hotel, Azembla's Quartet, Ellas e Mancines, e da vida de Raquel nos Wraygunn, os dois músicos que trabalham juntos há mais de 20 anos lançaram, no final de 2017, "The Devil's Choice Vol. I".

O projecto que começou a convite do programa "Cover de Bruxelas", de Rui Ferreira, patrão da Lux Records, com o desafio para gravarem três covers, resultou num primoroso álbum de novas roupagens dos clássicos que marcaram a adolescência dos dois músicos. Porque veio o diabo e escolheu, a reunião contempla versões de Pink Floyd, Jesus and The Mary Chains ou David Bowie, sendo o primeiro single a cover de Peek-a-Boo dos Siouxie and the Banshees, a que Raquel empresta a sua voz arrebatadora e Pedro pinta com uma guitarra electrizante e arranjos elegantes.

Antes de revelarem o novo single/vídeo e mostrarem a edição em vinil de "The Devil's Choice Vol. I" - prevista para o próximo mês - a empatia e intimidade de Raquel Ralha & Pedro Renato em palco no Festival Por Estas Bandas, ponto de encontro e palco privilegiado para a produção musical independente portuguesa. Dia 28 de Abril, pelas 22.50h, na sede SCOCS de Cem Soldos, Tomar.

DAVID FONSECA | "Radio Gemini"


“Radio Gemini” é o novo álbum de David Fonseca e vai estar disponível no dia 25 de Maio. Este álbum será lançado no ano em que o artista e compositor celebra 20 anos de carreira, inicialmente com os Silence 4, depois em nome próprio.

De “Radio Gemini” já foi apresentado o seu primeiro single, “Get Up” e mais canções serão reveladas antes da data de edição do álbum.

Anunciadas estão também as primeiras datas da nova tour, a qual inicia em Sintra, no Centro Cultural Olga Cadaval, dia 26 de Maio.

Agenda:

26 de Maio - Centro Cultural Olga Cadaval, Sintra

29 de Maio - Convento São Francisco, Coimbra

09 de Junho - Casa da Criatividade, São João da Madeira

16 de Junho - Cine-Teatro Louletano, Loulé


UM CORPO ESTRANHO | "Qarib"


Depois do bem recebido álbum “Pulso” (2016) e enquanto preparam novo disco de originais (previsto para o 1º Trimestre de 2019), o projecto Setubalense “Um Corpo Estranho” edita agora em formato digital a banda sonora para a peça de Teatro Fisíco/Bailado “Qarib” estreada em 2017.

A relação dos “Um Corpo Estranho” com o Teatro e Bailados não é novidade tendo o duo criado universos sonoros para as peças “A Almofada da Paula” (2013) (baseado no universo de Paula Rego) e “A Velha Ampulheta” (2015).

“Qarib” é uma produção da companhia Passos e Compassos (residente no Cine-teatro S. João em Palmela), e conta com a interpretação de Ricardo Mondim, música de Um Corpo Estranho, figurinos e imagem gráfica por Zé Nova e António Machado no desenho de luz e direcção técnica.

A produção do álbum ficou a cargo de Sérgio Mendes, e será editado pela nova editora Setubalense “Malafamado Records”. "Qarib" poderá ser ouvido em todas as plataformas digitais já a partir de sexta-feira dia 27 de Abril.


FESTIVAL PEDRA ROCK | Alcobaça

THE PARKINSONS EM CONCERTO

22/04/2018

NINE O NINE | "The Time Is Now"


Nine O Nine é um projeto que junta 3 veteranos bem conhecidos no panorama nacional que pela liderança de Tó Pica, já conhecido pela sua história em Sacred Sin e mais recentemente nos Ramp, Arlindo Cardoso (Low Torque, One Hundred and Twenty, Tó Pica, Wako) na bateria e na voz Sérgio Duarte (Reaktor, RCA, Sérgio e os Animais).

A combinação destes três músicos com carreiras distintas traz-nos “The Time Is Now”, um album que está repleto de Riffs fortes, intensas melodias e refrões “orelhudos”.

O álbum de estreia "The Time Is Now" editado pela Raising Legends já se encontra distribuído nas lojas principais e em nas plataformas digitais de maior relevância.


QUID | "Sem Filtros"


Chegou ontem às plataformas digitais o mais recente trabalho dos Quid. "Sem Filtros" será o primeiro álbum dos Quid, um projecto de originais, em português, esboçado há cerca de 10 anos e que, agora, avança convicto na cena musical Pop/Rock/Alternativo.

Anabela Tomás dá voz às letras intimistas e às melodias que ecoam dos acordes das violas de Luís Santos. Na sua equipa, os Quid conta ainda com Margarida Moser (Cello); Rui Hopffer (Bateria/percussão ) e Humberto Silva (Baixo).


LAGARDÈRE | "Biro (Lá no Fundo)"


Depois do sucesso dos dois primeiros singles "Camila Casali" e "Amiguinha", tanto com os media e com o grande púbico, LaGardère lançam agora "Biro (Lá no fundo)".

Fernando “Biro” Klewys, natural de Goiânia, Brasil, viajou pela Europa inteira sem dinheiro, a pé, à boleia, sendo rico, sendo pobre, dançando com mundo, medo e morte, mudando de nome e de passado. 

Em 2018, chegado à Cuzcotopia, local de poiso dos LaGardère, muito próximo do hotel Sheraton, onde morreu Henri de LaGardère, conta aos jovens músicos as peripécias que viveu. Assim, nasce esta música, onde se desenham o tempo e as cores por ele encontradas.

"Biro (Lá no fundo)" foi gravado, produzido e misturado nos Estúdios do Ás de Espadas, por Vitor Gomes Teixeira (ex-Moda Americana, ex-Alice e ex-Hills Have Eyes), a Master ficou a cargo de Tiago Carvalho no Poison Apple Studios.

O tema está também disponível para audição e download em todas as plataformas digitais.

CARTAZ | Concerto

SEQUIN | Agenda

21/04/2018

ABZTRAQT SIR Q | Discurso Direto


Os AbztraQt estão de refresso com um novo álbum, "Yarnati Machine" é o terceiro longa duração da banda e sucede ao EP "Warmony" editado em 2012. Gravado no Porto no inicio de 2016, o álbum foi produzido por Hugo Correia e é composto por 12 temas. Hoje em "Dicurso Direto" recebemos os AbztraQt Sir Q.

Portugal Rebelde - “Cinco anos após o lançamento do EP “Warmony” (2012) estão de regresso às edições com “Yarnati Machine” (2017). A que se fica a dever este longo silêncio?

AbztraQt Sir Q - Durante esses cinco anos estivemos sempre a trabalhar, sem pressa, procurando novas inspirações, sempre com o intuito de criar algo diferente do que fizemos antes. Estivemos simplesmente a compor, sem apressar o processo criativo, mas até encontrarmos a sonoridade que queríamos para o disco. Foi o tempo necessário até termos um algo que nos agradasse. Acabámos por criar mais músicas do que as que estão no disco e seleccionámos as que seriam indicadas e fizessem mais sentido no seu todo.

PR - A produção deste disco esteve entregue a Hugo Correia (Fadomorse). Houve alguma razão em especial para esta escolha?

AbztraQt Sir Q - Os nossos discos anteriores tiveram uma produção minimal, muito próxima do registo ao vivo. Por contraste, queríamos que este disco tivesse um som mais cheio e que o produtor fosse mais interventivo e contribuísse criativamente nos arranjos dos temas. O Hugo, com quem já existia uma relação de amizade, era a pessoa certa porque, para além de ser produtor, é um excelente músico com uma generosidade criativa imensa.

PR - “The lake in the middle of the lake” foi a canção escolhida para single de apresentação deste disco. Este é tema que melhor caracteriza o “espírito” de “Yarnati Machine”?

AbztraQt Sir Q - É difícil escolher um tema que represente este álbum uma vez que é um disco bastante eclético, com diferentes ambientes e que aponta para várias direcções. A pulsação quase dançante de “The lake in the middle of the lake” é um registo que nunca tínhamos experimentado e, por isso mesmo, uma forma interessante quebrar o silêncio.

PR - Em finais de 2017 apresentaram as canções deste disco no Sabotage, em Lisboa. Como é que o público recebeu as novas canções?

AbztraQt Sir Q - Algumas das canções já andam a ser rodadas há algum tempo e o feedback tem sido positivo. Ainda estamos a testar diferentes alinhamentos, para dessa forma perceber que temas melhor resultam em concerto, mas cremos que as pessoas gostaram do que foi apresentado.

PR - Numa frase como caracterizariam este “Yarnati Machine”?

AbztraQt Sir Q - É a tentativa, tal como nos álbuns anteriores, de não repetir fórmulas, nem seguir tendências.


IMPLODING STARS | "Riverine"


"Riverine" é o nome do novo álbum da banda de post-rock Imploding Stars. Após o lançamento de "A Mountain and a Tree" (2014), a banda sonora "Mizar & Alcor" (2016) para a versão portuguesa do documentário From Earth to Universe e a participação com "Treeless prairie" na coletânea "T(h)ree - Vol. 5 - Portugal - Cazaquistão - Uzbequistão" (2017), "Riverine" será lançado na Primavera de 2018.

O segundo álbum de estúdio da banda aborda o princípio da compreensão dos diferentes estágios de desenvolvimento da vida humana, desde o momento que nascemos até o momento que morremos. Durante a nossa vida, experimentamos diferentes sensações que levam à criação de memórias. No entanto, estamos normalmente limitados aos limites da perceção humana e às decisões sobre o que é bom ou mau nas bifurcações que vamos encontrando. 

Mas afinal o que é bom ou mau? E se não houver limites nessa perceção humana? E se pudéssemos, de alguma forma, viver para sempre ou reviver. A ideia foi transpor em melodias e ritmos as experiências, sentimentos, movimentos e ações que estão relacionados com esses estágios de vida. A abordagem pretende remover os limites da nossa mente e do universo, permitindo-nos criar um envolvimento entre os oitos temas do álbum à história de vida de cada ouvinte.

Correndo de montante para a jusante, desde a nascente até gigantesco oceano, "Riverine" é o modo como os Imploding Stars sentem que a vida deveria soar.

"Demise" de "Riverine" corresponde ao 7º momento/fase da vida humana, a morte, num álbum que explora o ciclo da vida. De olhos fechados deixamos o nosso corpo flutuar até à imensidão do desconhecido. Não há força nem medo, só o vazio. Viver não nos deixa muito tempo para pensar em não viver. Estamos condenados aos limites da vida humana. E se quebrarmos esses limites?

O videoclip de "Demise", realizado por Diogo Louro e com participação de Teresa Arcanjo, Afonso Santos e Catarina Costa, aborda o desaguar na imensidão do mar. Uma relação que se esforça para ultrapassar adversidades acaba destruída pela derradeira separação e o ponto sem retorno lança a protagonista numa espiral deslocada do espaço e do tempo onde só consegue observar o seu próprio desaparecimento.

"Riverine" será apresentado ao vivo no dia 19 de Maio no gnration em Braga, 25 de Maio no Plano B no Porto e 30 de Junho no Sabotage em Lisboa.


AUREA | "Confessions"


Aurea dá a conhecer o seu novo disco, "Confessions", dia 4 de Maio. "Done With You" é o single de avanço deste novo trabalho.


JORGE PALMA | Agenda


Agenda:

24 de Abril - Comemorações do 25 de Abril, Funchal

28 de Abril Jorge Palma & Sérgio Godinho, Cine-Teatro de Nisa

05 de Maio - Centro de Congressos do Arade (Lagoa)

17 de Maio - Dar Letra à Música, Museu do FC Porto

www.facebook.com/jorgepalmaoficial

ELISA RODRIGUES | Lisboa

RUI MASSENA BAND | Casino Estoril

20/04/2018

GISELA JOÃO EM CONCERTO


Depois de ter passado por Espanha, França e Holanda, a digressão europeia de “Nua”, o segundo álbum de Gisela João chega, amanhã, a Inglaterra. A fadista irá actuar na Union Chapel, em Londres, uma das mais emblemáticas salas do mundo.

Já para a semana, irá participar nas comemorações do 25 de Abril, em Almada, tendo um concerto agendado para 24 de Abril, na Praça da Liberdade. Até ao final do ano, Gisela João continuará em tour, estando agendados concertos na Bélgica, Alemanha e Áustria.

PRANA CONVIDA CRISTINA BRANCO


Os Prana convidaram a consagrada fadista portuguesa Cristina Branco para dar voz - e alma - a "Voltar a Dormir", tema presente no último trabalho "Ser Nenhum" avançado em Fevereiro do presente ano. 

A artista, que lançou novo disco também em Fevereiro "Branco", deu cores completamente novas ao tema, tornando-o só dela, numa interpretação que transforma a balada num misto suave entre uma canção de embalar e um sussurro emotivo.

Dentro de uma área de fortes raízes conservadoras e tradicionalistas como é o caso do fado, Cristina Branco apresenta sempre uma alternativa alicerçada em poetas eternos-clássicos, compositores requintados e músicos de excelência que transpõem uma aura única ao vivo. São perto de uma dezena de discos que, juntamente com centenas de espetáculos um pouco por todo o mundo, atribuem a Cristina Branco, e ao seu trabalho, um significado muito particular num trilho único traçado entre a sofisticação, tradição e inovação.

Já Prana, com este novo trabalho "Ser Nenhum", trazem uma ode à pertença, ao possuir, à inversão de valores numa sociedade hiper modernista que se rege pelo ter sobre o ser. "Ser Nenhum" é feito de batalhas internas e psicológicas, passando pelo fatalismo ou pela injustiça quotidiana, até à definição do materialismo enquanto ser. Entre os caminhos do ter e do ser, os Prana vão vincando uma personalidade num registo cada vez mais seu.

Gravado no Tejo Bar, no encantador bairro de Alfama, "Voltar a Dormir" ganha assim o mais perfeito e acolhedor fundo que esta interpretação poderia ter.

O Prana Convida apresenta-se como um conjunto de reuniões musicais com artistas e criativos que juntos recriam temas dos Prana. Nestes convites/desafios já participaram artistas nacionais como Emmy Curl, Frankie Chavez e João Só.

Em Maio, depois de um tour na Holanda e Bélgica de 13 concertos em 13 cidades diferentes, Cristina regressa a Portugal para apresentar o seu novo trabalho em Lisboa, a 15 de maio, no Teatro Tivoli BBVA, e no Porto, a 23 de maio na Casa da Música.

Também os Prana se apresentam numa tour nacional durante o mês de Abril, Maio e Junho que passará por várias cidades do país: Aveiro, Oliveira de Azeméis, Viseu, Évora, Coimbra, Braga e Freamunde.


WHALES APRESENTAM O DISCO DE ESTREIA AO VIVO


Depois de três semanas em digressão conjunta com os Fugly, que passou por sete países da Europa e que acabou no Festival MIL, Whales arranca hoje com uma série de datas nacionais que em dois meses, entre concertos e showcases, atravessa o país do Algarve a Ponte de Lima em vinte datas até ao meio de Junho.

Na próxima semana estreiam o novo vídeo, produzido pela Casota Collective, para o single "Twerp", continuando assim uma ligação artística que já lhes valeu uma nomeação, como vídeo de "Ghost", para os Berlin Music Video Awards.

BASSET HOUNDS | “II”


É já no próximo dia 27 de Abril que os Basset Hounds editam “II”, o seu mais recente trabalho discográfico, com o selo da Pontiaq.

Após a edição do primeiro álbum, homónimo, em 2015, bem recebido pelo público e pela crítica, que lhes permitiu marcar presença nas principais salas do circuito indie português e em alguns dos mais conhecidos festivais de música do país, o quarteto lisboeta regressa com o segundo álbum de originais. A banda preserva a mesma amplitude sonora que já lhe conhecemos, sem preocupações de se adentrar num ou noutro género musical e criando uma linguagem muito própria e sem rótulos. É neste espaço multidimensional que se move esta “matilha” formada por Afonso Homem de Matos (bateria), António Vieira (guitarra), José Francisco Martins (baixo) e Miguel Nunes (voz principal e guitarra).

“II” espelha o amadurecimento adquirido pelo colectivo nos três anos que decorreram desde a gravação do seu álbum de estreia. Do antecessor traz a vontade de desvendar novos horizontes no processo de composição musical, tentando pintar os limites conhecidos com novas texturas, mantendo uma sólida componente rítmica. Sem prescindir da essência de cada melodia, o impulso foi medido e o embalo tornou-se consciencioso.

A cadência do processo de criação musical culminou na incorporação de novas abordagens e influências e de novos instrumentos (de sopro e de cordas). “Ouroboros”, o single que serviu de arranque ao novo álbum e que conta com a participação de Francisco Menezes no saxofone, antecipa um disco que extravasa a formação clássica da banda e revela um novo rumo na sonoridade que pretende transmitir.

À semelhança do primeiro álbum,”II” foi gravado nos Blacksheep Studios por Guilherme Gonçalves e Bruno Xisto e masterizado na Arda Recording Company por Miguel Marques. O disco conta com a participação de André Isidro (teclados), David Alves (violino), Francisco Menezes (saxofone) e Luís Grade Ferreira (trompete).

O novo álbum estará disponível, a partir de 27 de Abril, nas principais plataformas digitais.

Para quem se queira deixar siderar pelas descargas electrizantes das guitarras e perder-se em atmosferas espaciais, aqui ficam os concertos confirmados da banda até à data:

11 de Maio - Freamunde, Espaço A

19 de Maio - Faro, SRAF "Os Artistas"

01 de Junho - Lisboa, Casa Independente

02 de Junho - Portalegre, Lounge

MEDEIROS/LUCAS | "Sol de Março"


Medeiros/Lucas vão fazer uma pequena tour de apresentação do seu novo disco “Sol de Março” em 3 cidades do país entre os feriados do 25 de Abril e do 1º de Maio. O primeiro concerto tem lugar no centro histórico de Guimarães na tarde de 25 de Abril onde a banda se juntará aos Lavoisier no coreto do Jardim da Alameda, numa programação que integra o programa “Abril com Cantigas de Maio”. Os concertos têm lugar a partir das 15.3h0 e são de entrada livre.

No sábado seguinte, a 28 de Maio, o grupo apresenta-se num formato especial onde será inteiramente rodeada pelo público no salão nobre do emblemático edifício arte-deco da Sociedade Amor da Pátria na ilha do Faial. Neste concerto Medeiros/Lucas apresentam-se num formato de trio completamente acústico com Carlos Medeiros na voz, Pedro Lucas nas guitarras e a participação especial do compositor vimaranense Rui Souza em piano de cauda (bilhetes entre 5-7.5€). 

Três dias depois dão um salto à vizinha ilha Terceira para se apresentarem pela primeira vez na cidade de Angra do Heroísmo, novamente com a formação normal com Augusto Macedo em baixo e teclas e Ian Carlo Mendoza na bateria e permissões. O concerto é organizado pelo Instituto Açoriano da Cultura e integra-se nas comemorações do 1º de Maio. Terá lugar no Teatro Angrense a partir das 21.30h e os bilhetes custam 10€.

“Sol de Março” saiu no mês passado com o selo da Lovers&Lollypops e é o terceiro disco de uma trilogia iniciada em 2015 com “Mar Aberto” e seguida com “Terra do Corpo” no ano seguinte. Está disponível em CD, vinil e formato digital nas plataformas normais ou no site da banda e da Lovers&Lollypops.

MARIA FERNANDES | “List of Whys”


Da grande "nação" que é o Porto, mais concretamente Paços de Ferreira, chega uma das novas promessas da música nacional. O seu nome é Maria Fernandes, tem 19 anos, e estreia-se com “List of Whys”, single Pop/Rock editado pela Music For All.

Com uma voz sem igual, e uma letra inspiradora, Maria promete dar melodia a ouvidos indiscretos e aquecer corações por onde passar. Habituada a pisar o grande palco que é o Youtube Maria enfrenta agora um novo desafio: dar-se a conhecer com um original da sua autoria: “List of Whys”!


EU FÚRIA | Diversão D'Almas"


Gravado no final de 2017, "Diversão D'Almas" é o primeiro longa duração da banda Eu Fúria e chega hoje finalmente às lojas, com edição com selo Ás de Espadas. Os concertos de apresentação  estão agendados para dias 21 de Abril em Lisboa (Musicbox) e 28 de Abril no Porto (Hard Club)

Em Junho de 2015 nasceram os Eu Fúria, um grupo de três amigos, João Barradas (Voz), Rafael Matos (Bateria) e Ivo Martins (Baixo) que começaram a tocar juntos muito antes dessa data no mítico bairro de Alvalade. Estrearam-se ao vivo em Setembro nas Festas da Nazaré’15 num recinto com capacidade para 20 mil pessoas.

Três anos volvidos, os Eu Fúria caminharam em frente na sua sonoridade, ao trabalhar nos estúdios Haus com Makoto Yagyu, Donkey Valley, Paulecas e com Ricardo Galrão.

De amor, aos problemas políticos e sociais, a mensagem do álbum é diversa e actual,elevando a banda a uma das grandes promessas do Rock cantado em português.

Alinhamento:

01. Melancolia Nocturna


03. Roma Areeiro


05. Fica

06. Presos No Tempo

07. Mil Minutos

08. Comunicação Fora de Horas

09. Haja um Lugar

10. Diversão D'almas

CARTAZ | Concerto

FILIPE SAMBADO & OS ACOMPANHANTES DE LUXO | Lux Frágil

19/04/2018

ISAURA REVELA MAIS DUAS MÚSICAS DO ÁLBUM DE ESTREIA


Foram lançadas ontem, ao final da noite, mais duas canções do álbum de estreia de Isaura“Don’t Shoot”, uma co-produção dos Karetus com a própria Isaura e “Gone Now”, produzida por Fred Ferreira funcionam como o Lado A e o Lado B, um single duplo que, tal como no álbum, espelha duas formas diferentes de conceção, de interpretação e de narrativa. Uma canção mais uptempo sobre o quotidiano, outra mais profundo, mais íntima, sobre o processo inacabado de lidar com a perda de alguém que amamos.

Com estes dois temas fica a descoberto mais um pouco do álbum de estreia de Isaura. De “Human”, previsto editar no dia 8 de Junho, já foram também conhecidos os temas “I Need Ya”, “The Crossover” e o mais recente “Busy Tone”. Para além dos Karetus e Fred Ferreira, Isaura trabalha neste disco com KKingKong, Lhast, Cut Slack e Diogo Piçarra.

Senti uma urgência muito grande em partilhar estas canções com quem me ouve há já algum tempo sem pedir nada em troca. Estas canções são para as pessoas que gostam das minhas músicas e que vão aos concertos, um atrás do outro”, revela Isaura.



BEST YOUTH | Teatro Aveirense


Perto de editar o segundo álbum de originais, os Best Youth apresentam um concerto único no Teatro Aveirense em Aveiro, no dia 25 de Abril. Neste espectáculo, que marca a passagem para um novo ciclo, serão apresentados o novo single, “Midnight Rain”, juntamente com outros temas inéditos do novo disco, a par de uma viagem pelo catálogo anterior da banda desde o EP “Winterlies”, passando por “There Must be a Place”, “Highway Moon”, “Highway Moon: Deluxe Edition” e temas da tour “Demo Tapes”.

“Midnight Rain”, que já se encontra a passar nas rádios nacionais, é o primeiro single do próximo álbum dos Best Youth. O single que se segue, tem edição prevista para breve e foi produzido por Patrick Wimberly, dos Chairlift, produtor do mais recente disco dos MGMT, e colaborador de Beyoncé, Solange ou Blood Orange, entre muitos outros.


JANEIRO | (sem título)


Janeiro tem sido uma das grandes revelações da Pop em Portugal ao despertar uma enorme curiosidade junto do público, que culminou mais recentemente com o grande entusiasmo com que foi recebido no último Festival da Canção.

Depois de compor e interpretar a canção (sem título) para o Festival a convite de Salvador Sobral, com o vídeo da sua atuação a atingir em menos de uma semana meio milhão de visualizações, Janeiro anuncia que o tema fará parte do seu disco de estreia, a ser editado muito em breve e disponibilizou o vídeoclip oficial no seu canal de YouTube.

(sem título) é agora o segundo tema revelado do disco de estreia, depois do single de avanço "Canção Para Ti", e que deixa antever um trabalho com canções Pop em português, influenciado pela Bossa Nova, pelo Jazz e a música eletrónica.

A juntar a todas estas novidades, Janeiro desvenda ainda que depois de ter recebido Miguel Araújo, Salvador Sobral e Ana Bacalhau na webseries "Janeiro Sessions", o próximo artista convidado será o Tiago Nacarato.

Agenda:

19 de Maio - Museu da Música, Lisboa

23 de Maio - Teatro de Vila Real, Café Concerto

BOSS AC REGRESSA COM O EP "PATRÃO"


Não estou de volta porque nem cheguei a bazar”. Esta é a frase com que Boss AC descreve o seu novo EP, “Patrão”, editado seis anos depois do álbum “AC Para os Amigos” e que aponta luzes para o novo álbum que será lançado posteriormente. O EP “Patrão” é editado já no próximo dia 27 de Abril e é apresentado pelo single “Queque Foi”.

Apesar de afastado das edições durante algum tempo, Boss AC nunca parou de compor e escrever novas músicas, até perceber qual a altura certa de as lançar e mostrar ao mundo. Agora é o momento.

“Patrão” é o cartão de visita do próximo álbum de estúdio e o título não é, obviamente, um acaso. “No álbum anterior, "AC Para os Amigos", quase que passei o "Boss" para segundo plano. Agora faço o oposto, rendi-me às evidências – é assim que as pessoas me conhecem. O nome é mais do que natural. Sou o Boss AC, as pessoas conhecem-me por "Boss". Daí o título do EP: "Patrão"”.

Neste EP, Boss AC volta a trabalhar com os “irmãos e companheiros de estrada de longa data”, os Black Company, que com “o super-talentoso” DJ Ride juntam-se ao rapper no tema “Verdadeiro”: “Uma viagem pela história do hip hop português no qual contamos como nos apaixonámos por esta cultura e um pouco do nosso percurso”, descreve.

O álbum que Boss AC está a preparar segue um conceito, ligado às ideias de “ontem, hoje e amanhã”. “Ontem” porque tem-se inspirado no seu primeiro álbum, “Mandachuva”, e quer homenagear as origens do hip hop e todos aqueles que o inspiraram a ser MC. “Hoje” porque continua a fazer uma música actual e bastante relevante nos nossos dias, sem perder a sua essência. “Amanhã” porque Boss AC tem sempre “os olhos postos no futuro”: “Sempre acreditando que os meus maiores sucessos e realização estão ainda por vir”.

Esse conceito está bem ilustrado no primeiro single do EP “Patrão”, “Queque Foi”, que espelha a enorme vitalidade de Boss AC.

MARIZA | "Quem Me Dera" e "Trigueirinha"


Mariza está de regresso com a edição, não de apenas um, mas de dois novos singles, no dia 27 de Abril: "Quem Me Dera", da autoria de Matias Damásio, e "Trigueirinha", com música de Jorge Fernando e letra de António Vilar da Costa.

Com a edição destas duas novas canções, no mesmo dia, Mariza quis mostrar-nos já dois lados do seu novo e muito aguardado álbum de estúdio que deverá estar disponível ainda no mês de Maio.

Por um lado, uma balada lindíssima, verdadeiramente emocionante como é "Quem Me Dera" e, por outro, um Fado castiço ao jeito sempre arrebatador de Mariza.

Em estúdio, acompanhantes de primeira água como José Manuel Neto e Pedro Jóia, um produtor atento e disposto a levar a sua voz sempre mais longe no espanhol Javier Limón, prosseguindo uma colaboração que chega aqui ao terceiro disco.

E, acima de tudo, aquela voz, cada vez mais expressiva, cada vez mais maleável, cada vez mais à vontade em tudo o que muito bem lhe aprouver. Aquela voz que já reconhecemos à primeira nota, que nos conquista à segunda frase, que nos arrebata pelo refrão final. É Mariza, de regresso em 2018. É Mariza, por inteiro, inteira, Mariza.

FILIPE MELO LANÇA NOVA APLICAÇÃO DE ENSINO DE MÚSICA


Depois de lançar uma novela gráfica e apresentar uma curta-metragem, o músico Filipe Melo junta-se a James Uhart (EUA) para apresentar Ear Cat, uma nova aplicação musical que ajuda a educar o ouvido e é lançada já esta quinta-feira, dia 19 de Abril.

Colegas de universidade em Boston, no Berklee College of Music, os dois amigos colaboraram no conceito e na criação de um jogo que, de uma forma dinâmica e acessível, ajudasse a apurar o ouvido musical. Por esta sua vertente mais pedagógica, mas também pelo seu caráter lúdico, a aplicação Ear Cat será gratuita durante a primeira semana em que está disponível nas lojas virtuais.

James Uhart, responsável por várias aplicações ao ensino da música, foi também quem programou esta aplicação. "Quando o Filipe Melo me falou que tinha um conceito diferente para o ensino de música, achei que daria um ótimo jogo para todos os níveis e idades", explica-nos Uhart, fundador da LMUSE, sediada em Londres, empresa que conta já com mais de quatro milhões de downloads no iTunes.

"Depois de muitos anos a ensinar treino auditivo, senti que faltava uma ferramenta de aprendizagem natural, intuitiva e acessível para melhorar o ouvido. O solfejo e o estudo de intervalos é, normalmente, associado a algo aborrecido. Era isso que queríamos tentar mudar", diz Filipe Melo, que atualmente lecciona na Escola Superior de Música de Lisboa.

"Estamos a fazer isto porque ambos acreditamos que esta aplicação pode ajudar os utilizadores a entender melhor o fenómeno musical", garante ainda Filipe Melo sobre a aplicação.

Ear Cat estará à venda na Google Play Store e na App Store e será gratuita durante uma semana a partir de hoje, dia 19 de Abril.


MIGUEL ARAÚJO EM CONCERTO


Agenda:

22 de Abril – Lisboa, Teatro Capitólio (Visão Fest)

24 de Abril - Barreiro, Comemorações do 25 de Abril

28 de Abril - Funchal, Gala Casino da Madeira de 2018

13 de Maio - Londres, Jazz Café

19 de Maio - Estoril, Casino

www.facebook.com/miguelaraujojorge

ANA BACALHAU EM "NOME PRÓPRIO" NO TEATRO DE VILA REAL

FESTIVAL POR ESTAS BANDAS | Cem Soldos

18/04/2018

BIRDS ARE INDIE | Discurso Direto


Os Birds Are Indie surgiram lá atrás, em 2010, quando Joana Corker e Ricardo Jerónimo – um par já muito enamorado na altura e que tão bem enamorado continua(rá) – decidiram que era tempo de juntar três acordes e fazer uma música. Mas como só dois era pouco e afinal foram três acordes que os fizeram nascer, aos dois Birds juntou-se um amigo de longa data, Henrique Toscano. Estava montado o trio de afinados “pássaros” para definir um plano: serem uma banda. Ora e se três pontos definem um plano, três amigos mais três acordes, definem um distinto plano. Se provas forem precisas para atestar que a geometria apresentada está correcta, no palmarés do trio contam-se já vários EP’s e três álbuns auto-editados: “How music fits our silence” (2012), “Love is not enough” (2014) e “Let’s pretend the world has stopped” (2016). Com "Local Affairs" chegam ao seu 4º longa-duração, juntando-se agora à família da Lux Records, histórica editora de Coimbra. O disco chega às lojas no próximo dia 20 de Abril com concerto de apresentação nesse mesmo dia no Teatro do Bairro em Lisboa.

Portugal Rebelde - “canções pop, com melodias contagiantes e descontraídas”. É isto que encontramos no álbum “Local Affairs”?

Henrique - Pop sim, claro. Contagiantes sempre. No entanto, neste novo disco, depende muito de quem as escutar. São canções menos despidas em termos de arranjos e produção comparativamente com os registos anteriores.

Jerónimo - É pelo menos isso que tentamos fazer, sim.

Joana - Este álbum é um pop a piscar o olho ao rock.

PR -  “Come into the water” foi o single de avanço deste novo disco. Este é o tema que melhor define o “espirito” deste novo disco?

Henrique - Este single poderá, eventualmente, servir como mote para o que é esperado. Não obstante, este disco define-se, acima de tudo, como um todo. Não querendo ser mal interpretado, penso que é um disco que não vive apenas de uma ou duas músicas mais “orelhudas”.

Jerónimo - Para mim, num disco, cada música é uma peça de um puzzle, por isso, todas são diferentes mas, em conjunto, formam algo de coerente.

Joana - Concordo com o Henrique e o Jerónimo, mas eu queria que o primeiro single fosse outro mas, numa votação 2 a 1, a minha escolha ficará para outra altura… É assim a democracia.



PR - Com a edição deste 4º longa-duração, juntam-se agora à família da Lux Records, histórica editora de Coimbra. O que é que esperam desta união?

Henrique - Se tudo correr bem espero conseguir alimentar os meus dois gatos diariamente com comida que não seja de marca branca.

Jerónimo - Esperamos continuar a fazer parte de um grupo de pessoas que, em Coimbra, continuam a acreditar em editar discos e tocar ao vivo. E, da nossa modesta maneira, contribuir para que a Lux Records continue a acreditar na música que por aqui se faz.

Joana - Que seja longa e profícua! É uma honra pertencer a esta família musical conimbricense.

PR - A produção deste disco esteve entregue ao João "Jorri" Silva (a Jigsaw, The Parkinsons). Há alguma razão especial para esta escolha?

Henrique - Amizade e cumplicidade.

Jerónimo - O Jorri co-produziu o disco porque nos últimos anos temos partilhado com ele uma série de coisas. Tocámos a meias com os a Jigsaw, depois ele começou a tocar connosco (enquanto baixista e teclista) e finalmente, tendo nós gravado no seu estúdio Blue House e estando ele a tocar na maioria dos temas do disco, fazia todo o sentido que também colaborasse na produção. Mas, claro, só assim quisemos porque temos grande confiança no seu trabalho e gostamos de o ter por perto.

Joana - O Jorri é um homem sábio e amigo que tem paciência para nos aturar...

PR - As primeiras datas de apresentação deste disco passaram por Espanha. Este é um mercado que habitualmente recebe bem a vossa música ?

Henrique - Sempre. Principalmente a região da Galiza (onde nasceu o meu avô).

Jerónimo - Sim, ao longo dos últimos anos já é normal fazer algumas mini-tours em Espanha. O mesmo aconteceu nesta fase de pré-lançamento do disco, mas já estão mais coisas marcadas em 2018... Corre sempre muito bem, o público é normalmente interessado e caloroso. E, além de alguma imprensa e rádio, em cada cidade já temos sempre um grupo de pessoas que nos conhece, que nos ajuda a divulgar os concertos e que gosta de nos rever (e vice-versa).

Joana - Este álbum foi influenciado pelo ambiente da nossa cidade mas há algumas músicas neste disco que falam sobre experiências no nosso país vizinho, o qual já consideramos a nossa segunda casa. Por isso, fez sentido para nós fazer o pré-lançamento em terras espanholas.

PR - Para terminar, numa frase como caracterizariam este “Local Affairs”?

Henrique - Um disco pop sem cair em lugares comuns.

Jerónimo - O melhor disco de 2018!

Joana - Aquele disco que os nossos vizinhos estudantes reclamam que ouvimos muito alto.

X-WIFE | Concertos de Apresentação do Novo Disco


Os X-Wife editaram a 6 de Abril o seu álbum homónimo e apresentam-no agora ao vivo no próximo dia 21 de Abril no Estúdio TimeOut em Lisboa e no dia 28 de Abril no Hard Club no Porto, sempre com inicio às 22.00h.

Quando uma banda como os X-Wife está praticamente 7 anos sem lançar um álbum, a expectativa é sempre grande. Quando, neste prolongado intervalo, a sua única canção lançada foi a “Movin’ up” e o trabalho dos seus membros se reflecte em projectos sólidos como Mirror People ou White Haus, a expectativa deste retorno é ainda maior.

João Vieira, Fernando Sousa e Rui Maia têm uma identidade muito própria quando trabalham juntos e podemos perceber isso no conjunto de 10 canções que compõem “X-Wife”. 10 canções trabalhadas ao mais ínfimo pormenor, e que são agora apresentadas nestes concertos em Lisboa e no Porto.

Em ambos os espetáculos o público pode esperar por uma festa de celebração dedicada a "X-Wife", o novo disco, mas sem esquecer alguns dos temas mais importantes e memoráveis da carreira da banda.

FRANKIE CHAVEZ | “Strong Enough to Pray”.


Produzir e realizar um vídeo torna-se um trabalho de cumplicidade enorme entre músico e realizador. Quando o encontro “desejado” se proporcionou entre o músico Frankie Chavez e o realizador Bruno Ferreira, aconteceu exatamente isso. Contaram algumas histórias um ao outro e através das suas próprias experiências de vida idealizaram uma história que de diferentes maneiras tocou o coração de ambos. Ela está aqui agora materializada neste filme/tema “Strong Enough to Pray”.

Um pouco mais tarde já no processo de desenvolvimento da ideia, Bruno apercebeu-se que podia ter em mãos algo mais do que um vídeo. Comunicou a Chavez que gostaria de utilizar todos os meios que Frankie dispôs para o vídeo para poder fazer uma curta-metragem.

Em duas noites um argumento foi escrito e nos intervalos dos takes do vídeo, Ferreira foi filmando o seu guião. Serão objectos fílmicos completamente diferentes, que nascem da generosidade de um músico que acabou por ser produtor executivo de uma curta e de um realizador que dele se socorreu para poder ter a possibilidade de fazer o seu filme. Uma parceria justa e honesta em prol da música e do cinema.

Uma curiosidade importante é o facto de todo o filme ter sido rodado em película (16mm). No elenco podemos contar com nomes como Carla Maciel, Laura Dutra, Carolina Passos, Inês Mingote, Inês Baeta e Carolina Burnay.

“Strong Enough to Pray” faz parte do mais recente álbum de Frankie Chavez, “Double Or Nothing” (2017), que o músico continua a apresentar pelo país, tendo concerto marcado para o próximo dia 2 de Junho no BB Blues Fest.


HUGGS | “Take My Hand”


Simultaneamente inspirados pela energia crua e indisciplinada do panorama underground britânico e pelas baladas românticas típicas dos anos 50 e 60, os Huggs nascem do contraste entre as melodias contagiantes do Duarte Queiroz na guitarra e voz e a irreverência punk e bateria pesada do Jantónio, quando os dois se conhecem por acaso num projecto de faculdade.

Ao vivo apresentam-se como power trio, contando para isso com a ajuda do Guilherme Correia (Ditch Days) que, depois de assistir a um ensaio, não só se encarregou do baixo como ajudou a produzir e completar as primeiras canções da banda.

Desta forma, Huggs imediatamente nos transporta para uma atmosfera tão suja, fria e insensível - impossível não lembrar a tão aclamada série Shameless - quanto quente e apaixonante.

“Take My Hand” é o single de apresentação da banda e foi retirado de um primeiro EP com edição marcada para o último trimestre de 2018, gravado pelo Gonçalo Formiga (dos Cave Story) no seu estúdio nas Caldas da Rainha e produzido pelo próprio em conjunto com a banda. O videoclip ficou a cargo do Manuel Casanova, que já trabalhou com bandas como Comeback Kid, Japandroids ou Hills Have Eyes.

Duarte Queiroz - Voz, Guitarra

Jantónio Nunes da Silva - Bateria

Guilherme Correia - Baixo

DEAD COMBO E FEIRA DO VINIL | Um fim de Semana Repleto de Música na Fnac Chiado


O palco dos Armazéns do Chiado (Lisboa) regressa a rigor para receber o “Encontro Marcado” dos Dead Combo, na estreia, ao vivo, do novo álbum “Odeon Hotel”. A apresentação aos fãs do sexto álbum de originais da banda, está marcada para o dia 21 de Abril a partir das 18.00h, à porta dos Armazéns do Chiado, e tem acesso gratuito. 

O concerto será seguido por uma sessão de autógrafos, no fórum da Fnac Chiado, para os fãs que apresentarem o novo disco “Odeon Hotel” ou algum dos anteriores álbuns da dupla Tó Trips e Pedro Gonçalves. O novo álbum conta com 13 músicas e trata-se de uma compilação de fado lisboeta, blues e ritmos latinos, cuja inspiração foi no cosmopolitismo da cidade de Lisboa.

Para além da atuação dos Dead Combo, a Fnac Chiado terá uma “Feira do Vinil”, até 25 de Abril, numa celebração inteiramente dedicada a quem ouve música “à moda antiga”.

SÉRGIO GODINHO EM CONCERTO

Sérgio Godinho levará nos próximo dias o seu recente “Nação Valente” de Norte a Sul do país, com apresentações em Sintra, Fafe, Montemor-O-Novo e Ponte de Lima. Com especial enfoque no repertório do disco lançado em Fevereiro passado, Sérgio Godinho e “Assessores” leva a palco quase todas as canções que constituem “Nação Valente” e que marcou o regresso do “escritor de canções” aos inéditos, desta feita com parcerias com nomes como José Mário Branco, Hélder Gonçalves, Nuno Rafael ou Pedro da Silva Martins, entre outros.

Aliás, no concerto da próxima sexta-feira, dia 20 de Abril, no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra, Sérgio Godinho terá como convidados especiais dois dos seus cúmplices na criação de “Nação Valente” – Márcia e David Fonseca.

Para “Nação Valente”, David Fonseca contribuiu com a composição de “Grão da mesma mó”, o tema que abre o disco e um dos favoritos do público. Já Márcia, viu uma das suas canções ser “apropriada” por Sérgio Godinho - originalmente incluída no disco “Casulo”, “Delicado” desde cedo despertou a atenção de Sérgio Godinho, não sendo por isso uma surpresa escutar esta canção em “Nação Valente”.

PARA CÁ DO MARÃO SESSIONS | Chaves

CARTAZ | Concerto

17/04/2018

THE PARKINSONS | "The Shape of Nothing to Come"


"The Shape of Nothing to Come", assim se intitula o próximo álbum dos The Parkinsons, uma das mais influentes bandas do movimento punk rock português. O novo disco é editado no dia 27 de Abril pela Rastilho Records e apresentado pela primeira vez num concerto de celebração na noite da liberdade: 25 de Abril, no Titanic Sur Mer, Lisboa.

Com um título fatalista e com uma carga e uma narrativa de sufoco, ansiedade e frustração que já são o cunho da banda, este disco conta com mais um conjunto de canções levadas e vividas ao limite: mais límpido, mais cru, mas não perdendo a contaminação e a veia sonora dos álbuns anteriores.

Mais rebuscado no processo conceptual e estético mas nunca perdendo o fio condutor e a energia inerente à banda, "The Shape of Nothing to Come" reforça o diálogo do não virtuosismo e do não conformismo.

A visão do quotidiano, a crítica à vida moderna, o amor à cidade, os sonhos perdidos e recuperados, os sinais de esperança num presente negro nas suas políticas e liberdades continua a ser o palco de luta da banda. A metáfora continua a ser a expressão linguística preferida.

Palavras mais limadas para um disco mais equilibrado (como se de um best of da banda se tratasse). As leis, a desordem, as lutas da banda, as visões de choque no desenvolvimento estético do álbum, tornam "The Shape of Nothing to Come" no álbum mais urgente dos próximos tempos.

Com o elo duro da banda Afonso Pinto, Victor Torpedo e Pedro Chau em constante irreverência, luta, divergências e por vezes rutura na concepção musical, nasce assim o novo álbum.

Um disco que soa a isso mesmo, a luta, a conflito que acaba por se fundir numa narrativa não expectável em que os novos recrutas João Silva (teclas) e Ricardo Brito (bateria) se moldaram e ajudaram a criar a nova moldura sonora da banda.

Gravado em "casa" (Coimbra) nos Estúdios Blue House, pelos já companheiros de guerra (João Rui e João Silva - a Jigsaw), este é "The Shape of Nothing to Come". O álbum que urge, o álbum que treme antes de nascer, ou que se calhar vai morrer antes de viver.

"The Shape of Nothing to Come" é apresentado pela primeira vez ao vivo em Lisboa mas depois segue para uma digressão europeia que passa já por Espanha, França e Reino Unido. Mais datas serão anunciadas muito em breve.

"See no Evil" é o tema de avanço lançado em Janeiro de 2018 e que pode ser já ouvido nas plataformas digitais e no YouTube.

NARIZ ENTUPIDO LANÇA "ACID ACID & VITOR RUA" A 20 DE ABRIL


O concerto de Acid Acid & Vítor Rua é editado em formato digital e nas plataformas de streaming a 20 de Abril.

A convite do Sabotage Club surgiu a possibilidade de colaboração entre Acid Acid e Vítor Rua, num encontro entre duas gerações. Este concerto permitiu que Vítor Rua e Tiago Castro partilhassem as suas afinidades musicais e universos artísticos.

O concerto, realizado a 21 de Outubro de 2016, inspirou-se num dos temas do álbum homónimo de Acid Acid. Este exercício permitiu criar espaço para o mesmo evoluir e para assumir outros rumos sónicos. Apesar da autoria ser de Acid Acid, Vítor Rua tomou-a como sua e transformando-a com a sua bem característica marca autoral durante o concerto, culminando numa exploração das possibilidades sónicas da guitarra, num momento apoteótico no meio do público.

Com selo da Nariz Entupido, o álbum estará disponível a 20 de Abril no Bandcamp e nas plataformas de streaming.
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