01/10/2016

LIANE | Discurso Direto


"Colibri" é este o álbum de estreia de Liane. Hoje em "Discurso Direto", a jovem cantora dá conhecer o seu primeiro registo, um disco que é resultado das reflexões sobre o passado e um esforço de criação de novas expectativas para o futuro.

Portugal Rebelde - “Uma sonoridade entre o pop, o rock/alternativo e o acústico.” É tudo isto que podemos encontrar no álbum “Colibri”?

Liane - Sim. São os géneros com os quais mais me identifico e aos quais recorro múltiplas vezes. Tento criar uma mistura fluida e natural entre estes géneros.

PR - Qual é a canção que melhor caracteriza o “espírito” deste disco?

Liane - Talvez a “Terceiro Estado”. É uma música que transmite na perfeição a viagem que tentei criar para este álbum: um início melancólico, um período de revolta e, por fim, uma espécie de emancipação poética de todos os elementos que nos oprimem.

PR - O que é que o público pode esperar dos seus concertos?

Liane - Tento (e tentarei, cada vez mais) proporcionar espetáculos, e não apenas concertos. Podem esperar algo mais do que uma mera “atuação musical”, pois é isso que, dada a oportunidade, tento sempre alcançar.

PR - Numa frase apenas como caracterizaria este “Colibri”?

Liane - É, simultaneamente, um resultado das reflexões sobre o passado e um esforço de criação de novas expectativas para o futuro.

PR - Para terminar, por onde passa o seu futuro próximo?

Liane - Para além do trabalho de composição para o novo álbum, estão previstas algumas atuações nas cidades de Braga e Porto, para os próximos 3 a 4 meses. Contudo, ainda não posso divulgar datas.




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